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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Musica é saúde e qualidade de vida


   Filme recorde de bilheteria Frozen que ultrapassou a bilheteria de “O rei leão”, também sucesso da Disney. Teria um enredo muito diferente do que vimos nos telões do cinema, isso porque Elsa, Uma das protagonistas da trama seria uma vilã. Mas os produtores do filme ao ouvir a musica “Let it go” da artista Demi Lovato, a história de Frozen se modifica e torna-se mais condicente com a musica e talvez não tivesse tanto sucesso se mantivesse o enredo inicial.

   Musica é algo de nosso cotidiano, mas sabia que é ótimo ser envolvido por ela. Ouvir música não é só um entretenimento e uma medida para acalmar e relaxar – ela pode trazer diversos benefícios para a saúde, como alívio de dores, melhora da memória e até mesmo um estímulo para a prática de atividade física.

   Além disso, funciona como um “remédio” para vários problemas, isso acontece porque a música ativa o centro de prazer do cérebro, assim como o sexo e o chocolate, por exemplo. Ela libera dopamina e causa uma sensação de bem-estar e, por isso, tem sido usada por médicos, terapeutas e preparados físicos como tratamento de diversos problemas – e tem trazido ótimos resultados.

   Existem até tratamentos movidos por musica, a musicoterapia que seria a utilização da música e/ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia,em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas.
   A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento. (World Federation of Music Therapy).

  Concluindo quando estiver deprimido, com dores de cabeça e outros afins, não se encha de remédios e sim esculte uma boa musica.


Fonte de pesquisa : G1- Bem Estar/ Wikipedia

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Acima do peso...



   A obesidade é o mal do seculo junto com a diabetes estão impregnadas na vidas das pessoas, se por um lado o aumento nas academias e a procura pelo corpo perfeito, o indice de obesos teve um crescimento. Segundo relatório da ONU, divulgado pelo jornal Daily Mail, cerca de 70% da população do país está com sobrepeso e um terço já é obeso, quadro que se tornou um problema de saúde pública. 

   De acordo com a LILACS sobre titulo de "Comportamento de restrição alimentar e obesidade" A obesidade é uma doença de alta prevalência no mundo e é responsável por sérias repercussões orgânicas e psicossociais, desde a infância até a vida adulta. 
   
   O comportamento alimentar tem bases biológicas e sociais e, associado, à obesidade, torna-se um processo ainda mais complexo pelos aspectos psicológicos envolvidos, os quais se expressam por meio de humor depressivo, ansiedade, sentimento de culpa e, também, por mecanismos fisiológicos, como a resistência ao jejum na vigência de dietas restritivas. 

    Há evidências de que, em indivíduos obesos, comportamentos de compulsão alimentar e ou restrição são mais frequentes e parecem ser, em parte, responsáveis pelos fracassos observados no tratamento da obesidade. As restrições e auto-imposições das pessoas que fazem dieta, parecem ter um efeito rebote, resultando em compulsão alimentar, a qual pode associar-se a consequências psicológicas, como a perda da auto-estima, mudanças de humor e distração. 

     As reflexões desta revisão sugerem que os programas para redução de peso corporal devem enfocar as bases do comportamento alimentar e desenvolver, efetivamente, ações interdisciplinares que permitam obter resultados eficazes no tratamento da obesidade. (AU)

    Além dos problemas psicológicos que uma pessoa obesa sofre, ainda tem os problemas de saúde. Estar acima do peso pode resultar em um catálogo de doenças crônicas e complicações de saúde, incluindo hipertensão, doenças do coração, diabetes, insuficiência renal e doença hepática. A obesidade também está ligada a asma, câncer, depressão, acidente vascular cerebral e problemas de digestão. O número de pessoas com diabetes relacionada à obesidade deve dobrar para 300 milhões entre 1998 e 2025.
    Então caros leitores, evitem o excesso de junk food, açúcar, sal, e opte por frutas, legumes, peixes e alimentos ricos em vitaminas e minerais para disseminar esse mal que está atingindo todo o globo. 

Fontes : http://regional.bvsalud.org/php/index.php?lang=pt
: http://saude.terra.com.br/nutricao/