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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Black and Lifestyle... Ou melhor B-Styles


   Em entrevista para a fotógrafa holandesa Desiré van den Berg, conheça os B Stylers uma tribo de japoneses que aderiram a cultura black como ideologia de vida. B Styles tem o significado de Black and lifestyle, ou seja, estilo de vida negro. São fissurados pela cultura hip hop norte-americana ao ponto de fazer tudo para parecer a mais afro-americana possível. A seguir, confira mais sobre a nova tendência:



  • l Pegando um bronze
   Garotas costumam ir a clínicas de bronzeamento artificial para escurecer a pele. Mesmo quando não passam pelas sessões, usam bases escuras. Outra característica estética dos b-stylers é a ida frequente a salões de beleza localizados no gueto de Tóquio para trançar ou escolar o cabelo tudo para ficar com o penteado mais afro.


  • 2 Olhos abertos
   No objetivo de ficar com os olhos maiores do que os puxadinhos orientais, os b-stylers usam lentes de contato coloridas, mais claras do que o castanho, e o resultado é semelhante ao alcançado pelas Garotas de Harajuku, aquelas artistas visuais conhecidas na cultura pop japonesa.




3 Contradição
   Por mais que no Japão o estereótipo dos afro-americanos seja considerado errado, os b-stylers não se importam com isso. Os pais e familiares dessa nova tribo também não se incomodam quer dizer, alguns acham que seus filhos estão passando apenas por uma fase. Ainda assim, ainda há poucos b-stylers espalhados por Tóquio. Eles encontram-se em eventos pequenos para dançar break, hip-hop ou R&B. Como define a própria fotógrafa responsável pelo ensaio na entrevista da Vice, “não é uma coisa mainstream, e talvez ainda seja pequena demais para chamar de subcultura”.





   Livre de qualquer preconceito, para muitos pode ser um transtorno mental ou algo do gênero, mas pode se entender os Asiáticos fugir dos padrões. Ser livre, diferente... E não está conectado ao normal, ser como diz Cindy Lauper fora do comum.

terça-feira, 6 de maio de 2014

O pré conceito das sociedades


   É impossível acreditar que em pleno século XXI as pessoas se apeguem ainda tanto aos "pré conceitos", onde principalmente a cor é o que define cada um de nós. Mas percebemos que isso ficou evidente durante o mês todo, mas o apogeu foi quando um jogador de futebol comeu uma banana que foi lançada no gramado do jogo.
    De acordo com O Wikipédia racismo é a tendência do pensamento, ou o modo de pensar, em que se dá grande importância à noção da existência de "raças humanas" distintas e superiores umas às outras, normalmente relacionando características físicas hereditárias a determinados traços de caráter e inteligência ou manifestações culturais. 
    O racismo não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas que valorizam as diferenças biológicas entre os seres humanos, atribuindo superioridade a alguns de acordo com a matriz racial.
    A crença da existência de raças superiores e inferiores foi utilizada muitas vezes para justificar a escravidão, o domínio de determinados povos por outros, e os genocídios que ocorreram durante toda a história da humanidade e ao complexo de inferioridade, se sentindo, muitos povos, como inferiores aos europeus.
    Sabemos que o termo "Raça" não existe, pois só somos uma unica raça a humana, a Biologia já comprovou que não existem diferenças que façam com que exista a raça negra ou branca etc. Mas esse preconceito étnico é também cultural como vemos acima os europeus impregnaram essas ideias no globo o que fez essa ideia errônea se propagar e disseminar.
    Muitos negros tem papeis fundamentais na sociedade contemporânea, vemos que a revista TIME elegeu como mais influente uma negra, Beyonce e também tivemos outros icones negros no mercado musical. 
    No Brasil temos a figura do Joaquim Barbosa que acabou com um esquema de lavagem de dinheiro em Brasilia e ainda nos Estados Unidos temos um presidente negro e ainda um dos maiores lutadores contra esses preconceitos Martin Luther King, sendo que o Barack Obama estudou em Harward uma das melhores universidades do mundo.
    Então a cor não define inteligencia, caráter, e nem qualquer tipo de rotulo que a sociedade impõe. Temos que nós livrar desses pensamentos preconceitos e aceitar que o mundo é colorido, eu não sou minha cor e sim meu conhecimento.