Martha Medeiros.
Mulheres um ser dito como o sexo frágil, delicada um ser inconstante, aquela que serve apenas para preparar o seu jantar e ser a dona do seu lar. Ensinada pela mãe a ser a rainha do lar. Aquela a qual tem que ser submissa e viver em função de filho e maridos. Entretanto a data de hoje, dia internacional da mulher, antes de ser a data da hipocrisia e do marketing que serve apenas para vender produtos, foi um dia marcado por lutas daquelas que queriam condições de vida melhores, direitos trabalhistas e votar em seus governantes, desde os primórdios da primeira guerra.
Queimadas vivas como bruxas (alusão a fabrica têxtil em Nova York) , as mulheres são reféns do machismo e agressões físicas de baixos salários e desprovidas de muitos dos direitos de luta desde a primeira guerra, quem não lembra da jovem Malala que teve sua vida quase ceifada pelo simples fato de querer estudar, algumas enfrentam preconceitos por ser 'mulher' e ainda tem um acréscimo ser ela não se 'encaixar' nos padrões.
Já dizia Milton Nascimento na canção Maria, 'Mas é preciso ter força, é preciso ter raça, é preciso ter gana sempre... Quem traz no corpo a marca, mistura a dor e a alegria', o mundo está mudando em alguns países a igualdade está fazendo-se presente, entretanto alguns locais como o oriente médio ( não é o único, deixando claro) , mulheres são privadas de sua feminilidade com culturas arcaicas impostas antes do nascer, a burca imperá.
Contudo, essa canção finaliza o poder das mulheres, como elas conseguem com sagacidade, mudar essa realidade desde sempre lutaram e nunca desistiram.
'Minha persuasão, pode construir uma nação... Poder infinito! Com nosso amor podemos devorar, você vai fazer qualquer coisa por mim... Quem comanda o mundo? Garotas!'
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